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Vendas de feijão no varejo atingem bom ritmo, mas produtores do Paraná ficam preocupados

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As vendas de feijão no varejo estão em ritmo acelerado, com promoções atraindo consumidores em todo o Brasil. Nas gôndolas do Rio de Janeiro, o preço do Feijão-preto varia entre R$ 5,99 e R$ 6,99 por quilo, e está vendendo bem. Essa oferta mais acessível, porém, está ligada à grande quantidade de produto disponível, boa parte dele com algum tipo de dano que afeta a qualidade e, consequentemente, o preço.

Supermercados de norte a sul do país têm promovido ofertas tanto de Feijão-carioca quanto de Feijão-preto para atrair mais clientes. Isso está incentivando os consumidores a levar mais de um pacote por vez, aproveitando o momento para estocar, com receio de que os preços subam em breve.

No entanto, do lado do produtor, especialmente no Paraná, o cenário é bem menos otimista. Produtores que plantaram feijão quando o preço estava em R$ 350 por saca agora enfrentam um valor de mercado que não chega a R$ 150. Essa desvalorização está causando grande preocupação, pois os custos de produção não são cobertos pelos preços atuais, deixando muitos agricultores desolados.

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Entre o varejo e o produtor está o empacotador, responsável por comprar, embalar e distribuir o feijão. Com a oferta elevada e os preços baixos no campo, ele também precisa encontrar um equilíbrio para manter a operação lucrativa enquanto oferece um produto de qualidade ao consumidor final.

Enquanto o varejo celebra as boas vendas e o consumidor se beneficia das promoções, os produtores enfrentam incertezas sobre a viabilidade de sua atividade diante da queda nos preços. É uma situação que requer atenção, pois pode impactar toda a cadeia produtiva do feijão no Brasil.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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