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Projeto Onshore pode revolucionar mercado de gás natural no Brasil

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A abertura para novas fontes de gás natural pode não apenas diversificar a oferta, mas também tornar o mercado mais competitivo, beneficiando consumidores e produtores. Esta é a conclusão do estudo “Acompanhamento do Processo de Abertura da Indústria do Gás Natural”, conduzido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e encomendado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), sob a governança do Movimento Brasil Competitivo (MBC).

O estudo, apresentado recentemente em Brasília, propõe o incentivo a projetos de gás natural onshore, inclusive aqueles que exploram a produção não convencional. A análise sugere que projetos de menor escala, com estruturas de custo diferenciadas, podem atrair uma gama mais ampla de atores para o mercado de gás natural, promovendo maior concorrência e potencialmente reduzindo os custos para os consumidores.

O relatório ressalta que projetos offshore, com suas altas exigências de infraestrutura, geralmente requerem maiores investimentos, elevando os custos fixos e demandando escalas de produção mais altas para serem economicamente viáveis. Em contrapartida, projetos onshore tendem a ser mais acessíveis a novos participantes do mercado, reduzindo a concentração e oferecendo uma alternativa aos grandes players do setor.

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“Os projetos onshore podem facilitar a entrada de uma variedade maior de agentes, desafiando o domínio de mercado dos incumbentes. Portanto, é fundamental promover a produção onshore, especialmente as formas não convencionais, para tornar o mercado mais dinâmico, com menor escala de produção e estruturas de custo distintas”, sugere o estudo.

A recomendação do relatório é clara: o incentivo a projetos onshore de gás natural pode ser um catalisador para um mercado mais competitivo, beneficiando tanto a indústria quanto os consumidores, além de promover um ambiente mais propício para novos investimentos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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