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Mercados chineses recuam com queda de montadoras, enquanto tecnologia impulsiona alta em Hong Kong

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Os índices acionários chineses registraram queda nesta quinta-feira, aproximando-se dos níveis mais baixos em cinco meses, pressionados principalmente pela retração nas ações de montadoras de veículos elétricos, em meio a crescentes tensões comerciais. Esse movimento negativo anulou os ganhos obtidos por papéis do setor bancário.

Em contrapartida, as ações em Hong Kong apresentaram alta, beneficiadas pelo aumento das expectativas de que o Federal Reserve dos Estados Unidos possa reduzir as taxas de juros no próximo mês. Além disso, o setor de tecnologia desempenhou um papel crucial no otimismo do mercado, impulsionado por resultados positivos que levaram a Xiaomi a atingir sua máxima de três meses.

A maioria das montadoras chinesas de veículos elétricos sofreu quedas significativas após a União Europeia divulgar um plano tarifário revisado para carros fabricados na China, sugerindo a possibilidade de tornar definitivas as penalidades que até então eram provisórias.

Nos mercados asiáticos, os desempenhos variaram. Em Tóquio, o índice Nikkei subiu 0,68%, fechando a 38.211 pontos. Já em Hong Kong, o índice Hang Seng teve alta de 1,44%, encerrando o dia em 17.641 pontos. Em Xangai, o índice SSEC recuou 0,27%, atingindo 2.848 pontos, enquanto o CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, retrocedeu 0,26%, fechando a 3.313 pontos.

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Outros mercados da região também registraram variações. Em Seul, o índice KOSPI avançou 0,24%, fechando a 2.707 pontos, enquanto em Taiwan, o índice TAIEX recuou 0,40%, terminando o dia em 22.148 pontos. Em Cingapura, o índice Straits Times apresentou leve desvalorização de 0,01%, fechando a 3.373 pontos. Em Sydney, o índice S&P/ASX 200 avançou 0,21%, encerrando a 8.027 pontos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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