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Juiz auxiliar da Corregedoria conversa com novos servidores da Central de Processamento Eletrônico

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A Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT) segue fortalecendo a atuação da Central de Processamento Eletrônico (CPE) com a capacitação dos 25 novos servidores, na Escola dos Servidores do Poder Judiciário, em Cuiabá. Nesta quarta-feira (13 de agosto), o coordenador da CPE, juiz auxiliar da CGJ-MT, Jorge Alexandre Martins Ferreira, conversou com os novos servidores e deu continuidade ao treinamento, que seguirá até o dia 20 de agosto, com foco em aspectos práticos nos sistemas judiciais e módulos sobre direitos e deveres.

“Foi um bate-papo para motivar os servidores, explicar os direitos e obrigações, especialmente sobre a importância do sigilo, e aproximar a teoria da prática operacional da CPE. Desta maneira, fortalecendo a visão de todo o conjunto de serviços oferecidos pela unidade”, disse o juiz auxiliar.

Ferreira destacou que a CPE, por ser uma força de trabalho que ataca várias frentes, faz um trabalho essencial de suporte às unidades judiciais.

Homem de óculos, terno azul e gravata vermelha fala gesticulando em ambiente interno, com projeção ao fundo e pessoa parcialmente visível à esquerda.“A CPE já realizava um trabalho importantíssimo, e agora, com esta nova estrutura e cargos que foram criados, iremos dobrar a capacidade de trabalho. Isso ajuda a alcançar as metas do CNJ, como redução de congestionamento, mas mais do que isso traz mais celeridade e eficiência aos serviços prestados à população”, afirmou o magistrado.

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Mulher loira de óculos e casaco claro concede entrevista segurando microfone da TV Justiça, com outra mão estendendo gravador.A gestora administrativa da CPE, Thalita Balan Taborda, enfatizou que o foco do curso é fortalecer o conhecimento técnico para garantir mais celeridade e qualidade na entrega dos serviços. “Hoje iniciamos falando sobre a missão da CPE, o objetivo dela, quais as frentes que nós atuamos para depois começarmos a parte prática com a apresentação dos sistemas como PJe, OMNI, RPV, Precatório entre outros”, detalhou.

Entre os relatos dos novos servidores, Yasmin Lorga destacou a visão ampla que a capacitação proporcionou sobre o funcionamento do Judiciário e a relevância social do trabalho. “Nós estamos aprendendo tanto a parte técnica e prática dos sistemas, mas também a visão global do próprio Tribunal de Justiça. Isso facilita muito para que a gente possa desempenhar bem as nossas atividades.”

Sala de aula com computadores e telão exibe equipe de gestão da CPE; homem de terno fala ao público enquanto seis pessoas estão alinhadas à frente.CPE – A CPE foi criada pela Lei Estadual n. 11.126/2020 para apoiar diretamente os trabalhos judiciais, direcionando mão de obra de forma dinâmica nas unidades de Primeiro Grau. Com pouco tempo de funcionamento, consolidou-se como uma ferramenta estratégica, e hoje tem como as principais frentes de atuação: apoio a 105 unidades na expedição de Requisição de Pequeno Valor (RPVs) e precatórios, o suporte ao Núcleo de Justiça 4.0 – Núcleo de Execução Fiscal e o atendimento a 50 unidades cíveis e criminais.

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Em julho de 2025, uma nova estrutura foi regulamentada pela Lei nº 12.957, reforçando o quadro da CPE que passa a contar com: 1 gestor administrativo, 5 gestores judiciários, 3 gestores de distribuição, 40 analistas judiciários e 50 assessores de gabinete I. “Esses cargos reforçam a capacidade de atendimento da unidade, ampliando o suporte às demandas do Primeiro Grau. A CPE é a elite do Judiciário mato-grossense”, completa o juiz auxiliar Jorge Alexandre.

Autor: Larissa Klein

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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