Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Inventário de emissão de gases transformará dados em ações contra mudanças climáticas

publicidade

Tela de celular exibe aplicativo para cálculo da pegada de carbono, durante o Encontro de Sustentabilidade. A foto simboliza o uso da tecnologia em ações ambientais.O trabalho de redução e compensação de emissão de gases de efeito estufa (GEE) está presente no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). Entendendo a importância de se comprometer com a agenda climática, a instituição estabeleceu como meta alcançar a neutralidade de carbono oriundo do funcionamento de suas unidades no estado.
Para chegar nesse objetivo, o TJMT conta com um aliado fundamental: o Inventário de Emissão de Gases de Efeito Estufa. A ferramenta está em fase de elaboração da sua segunda edição e auxiliará na identificação, quantificação e compreensão dos impactos ambientais das atividades do Judiciário mato-grossense.
O inventário é construído pela equipe do Núcleo de Sustentabilidade, que realiza no momento a coleta dos dados que irão subsidiar o relatório, com ano-base 2025. As informações possibilitarão uma análise detalhada do cenário nos 92 prédios do Poder Judiciário distribuídos pelo estado todo e a definição de ações efetivas para redução e compensação de GEE.
Por que isso importa?
Assim como outras instituições públicas e privadas, o Poder Judiciário de Mato Grosso não está isento de gerar impactos ambientais relacionados ao seu funcionamento. O consumo de energia elétrica, combustível dos veículos oficiais, uso de gás de cozinha e ar-condicionado e outras atividades rotineiras são responsáveis por gerar emissões de gases de efeito estufa.
Quando liberados na atmosfera, esses gases, como o dióxido de carbono (CO₂), contribuem para o aquecimento global e mudanças climáticas, com consequências como perda de biodiversidade, seca, enchentes e ondas de calor. Esses eventos extremos resultam em impactos sociais, de saúde pública e também econômicos.

Justiça Carbono Zero
A elaboração do Inventário de GEE faz parte do , instituído pela Resolução nº 594/2024, que busca alcançar, até 2030, a neutralidade de gases de efeito estufa nos órgãos do Poder Judiciário. A normativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determina que o levantamento seja atualizado anualmente, abrangendo os seguintes escopos:
1 – Emissões diretas de GEE de fontes próprias ou controladas pela unidade judiciária inventariante;
2 – Emissões indiretas de GEE associadas à geração de energia elétrica e/ou térmica comprada ou trazida para dentro dos limites organizacionais da unidade judiciária;
3 – Emissões indiretas de GEE dos deslocamentos aéreos realizados pelo pessoal a serviço do tribunal.
Leia também:

Autor: Bruno Vicente

Leia Também:  TJMT paga R$ 1 bilhão em precatórios e beneficia mais de oito mil pessoas em Mato Grosso

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

COMENTE ABAIXO:

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade

publicidade

publicidade