A verdade é que na terceira semana de março, 11ª de 2024, ocorreu valorização em relação à semana anterior. Mas foi mínima, de apenas 1%. E, comparativamente ao preço de abertura de março (R$7,35/kg no dia primeiro), a quinzena foi encerrada com ganho que ficou abaixo de 1,5%.
O desempenho também foi diferente do observado um mês atrás, ocasião em que foi registrado, no mesmo período, a (até aqui) melhor cotação de 2024. Então, a primeira quinzena foi encerrada com uma cotação 2,5% superior à do primeiro dia do mês.
Restando nove dias de negócios para o encerramento de março, caem as probabilidades de alguma valorização do produto. E não só por estarmos na segunda quinzena, mas sobretudo porque a Quaresma vai chegando ao fim, ocasião em que o consumo de carnes cai drasticamente.
Parece ser inevitável, portanto, alguma retração, situação que pode envolver também a ave viva. Por ora, tanto em São Paulo como em Minas Gerais, ela continua sendo negociada em mercado calmo e com preço de, no máximo, R$5,20/kg.
Fonte: Portal do Agronegócio




























