Durante a semana, observou-se um cenário de controle de oferta no mercado brasileiro de feijão carioca, acompanhado por um aumento notável na presença de compradores e uma relativa estabilidade nos preços negociados na Bolsa. Cerca de 20 mil sacas foram disponibilizadas para venda, com aproximadamente 11 mil delas sendo efetivamente negociadas.
Variações nos Preços e Demanda
No início da semana, os destaques recaíram sobre os padrões de feijão nota 9, especialmente das cultivares Estilo e Sabiá, alcançando até R$ 300,00 por saca. A ausência de feijões de padrão mais elevado, como o nota 9,5 da cultivar Dama, levou os compradores a optarem por produtos de qualidade próxima, como o feijão extra (nota 9) da cultivar Estilo.
Análise do Mercado
Segundo o analista e consultor de Safras & Mercado, Evandro Oliveira, ao longo dos dias, a demanda diminuiu, com destaque para um lote de feijão nota 9 da cultivar Agronorte, embora não tenha sido negociado, com pedidas em torno de R$ 310,00 por saca. Apesar disso, o mercado permaneceu estável, com a demanda concentrada em lotes de qualidade superior.
Feijão Preto
No segmento do feijão preto, o ritmo foi mais lento, com um volume moderado de amostras na Bolsa. Nas regiões produtoras, a oferta aumentou enquanto o interesse de compra diminuiu, resultando em um viés de queda nos preços. A projeção para a segunda safra de feijão preto 2023/24 indica um notável crescimento na produção, impulsionado por diversos fatores, incluindo preços atrativos e margens mais favoráveis em comparação com o feijão carioca.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio



























