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Cenário atual e perspectivas para a suinocultura em 2024

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O início de 2024 apresentou uma acomodação nos preços do suíno e da carne suína no atacado, seguindo a tendência sazonal do período, conforme apontado pela Consultoria Agro do Itaú BBA. Apesar da queda nos preços, as exportações mantêm um desempenho positivo, com a China destacando-se como um mercado estratégico. A análise também destaca as perspectivas para a produção e os desafios relacionados aos custos na suinocultura.

Acomodação de Preços e Competitividade

O primeiro mês do ano registrou uma redução de 5,2% nos preços médios do suíno na Região Sul, negociado a R$ 6,37/kg. A consultoria ressalta que, mesmo com a acomodação dos preços, a competitividade do suíno em relação às demais proteínas, como carne bovina e de frango, permanece interessante.

Nas exportações, apesar de uma queda de 11,7% nos embarques de janeiro em comparação com o mesmo período do ano anterior, o desempenho ainda é considerado positivo. O preço médio também apresentou redução, recuando 2,1% em relação ao mês anterior.

Perspectivas e Desafios Futuros

A curto prazo, a consultoria prevê uma melhora sazonal nos preços do suíno, principalmente com o término das férias. Contudo, alerta para as incertezas relacionadas ao desenvolvimento da segunda safra de milho, ressaltando a importância da gestão de riscos.

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Lideranças do setor indicam expectativa de um pequeno crescimento na produção em 2024, após ajustes em 2022 e um ritmo mais moderado em 2023. A variação nos custos, especialmente devido ao aumento do preço do milho na ração, permanece como ponto de atenção. O Itaú BBA destaca que a menor disponibilidade de milho no Brasil pode impactar os custos da suinocultura, reforçando a necessidade de um controle cuidadoso na produção.

Quanto ao cenário internacional, a análise destaca as projeções do USDA para a China, prevendo uma redução de 3% na produção de carne suína em 2024. Isso pode resultar em um aumento significativo nas importações, oferecendo oportunidades para o Brasil expandir suas vendas para o mercado asiático. O país sul-americano poderá aproveitar a necessidade de importação adicional da China, estimada em quase cinco vezes mais do que a queda nas vendas brasileiras para aquele mercado no ano anterior.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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