O feijão-caupi, destacado como o segundo em produção nacional, está prestes a vivenciar um aumento expressivo na área de cultivo, especialmente na segunda safra deste ano. O estado de Mato Grosso, em particular, desponta como protagonista nesse cenário promissor para a exportação, com projeções que apontam para uma área plantada consideravelmente maior.
No Mato Grosso, os produtores têm sido alvo de ofertas para contratos futuros, oscilando entre R$ 110 e R$ 120. Embora os dados oficiais ainda não tenham captado completamente o potencial de aumento da área no estado, as expectativas indicam um incremento substancial, contrariando a projeção conservadora de 65 mil hectares.
Destacando-se como o estado brasileiro com a maior área plantada na segunda safra, o Ceará alcança a marca impressionante de 368 mil hectares, conforme dados da CONAB. Contudo, vale ressaltar que a peculiaridade do feijão-caupi, exigindo grãos, não sementes, para o plantio, torna seu acompanhamento desafiador em diversas regiões.
No Nordeste, especialmente no Ceará, onde a produtividade é inferior à metade do registrado em Mato Grosso, o feijão-caupi desempenha um papel crucial na subsistência. Já na Bahia, o plantio é estrategicamente direcionado para atender à demanda de outros estados, acrescentando uma dimensão multifacetada à produção desse grão.
Em termos de colheita, a maioria dos produtores já concluiu suas atividades, e a CONAB estima um aumento significativo de 10% na produção da segunda safra, totalizando cerca de 402 mil toneladas. O feijão-caupi, com suas nuances regionais, continua a desafiar os agricultores, enquanto as perspectivas apontam para uma fase promissora no setor, impulsionada por um aumento substancial na área de cultivo.
Fonte: Portal do Agronegócio
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